Being pregnant…

(imagem retirada da net)

“Being pregnant and giving birth are like crossing a narrow bridge. People can accompany you to the bridge. They can greet you on the other side. But you walk that bridge alone.”

~ African proverb

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Pensamentos atabalhoados e um livro

Ora, se aos pais compete (na maior parte das vezes) a decisão de trazer um ser ao mundo, deveria estar implícita a sua obrigação de os amar. Porque raio então nos procriamos enquanto espécie humana? Porque é habitual fazerem-no? Porque toda a sociedade o faz, logo também tenho que o fazer, sem pensar muito nisso? Podem dizer-me que o amor não nos pode ser imposto, terá de acontecer naturalmente e eu concordo, claro. Mas sejamos então realistas e analisemos a nossa capacidade de amar um ser humano que não pediu para chegar ao mundo nem nos deve coisa alguma, antes de tomar qualquer decisão, se possível. E questionemos sempre o que está auto-declarado pela sociedade com o “normal”.

Disciplina para educar é necessária, sim. Que aos pais não compete a função de ser amigos dos filhos, também. Mas o amor, esse… incondicional é o que se quer. Humilde, dedicado, desmesurado…

Pensamentos atabalhoados de uma grávida cansada que já enxota o calor à vassourada… Entretanto, mais um livro lido enquanto me debato com a vontade de comer todos os gelados do mundo e mais algum.